



24 de outubro de 2026 às 00:23
Polícia fecha três bingos clandestinos e apreende mais de 100 caça-níqueis em Curitiba Nesta sexta-feira (23), três endereços de Curitiba foram fechados após o cumprimento de mandados de busca e apreensão. Nos locais, a Polícia Civil (PC-PR) encontrou dezenas de máquinas caça-níqueis. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Segundo o delegado Rodrigo Brown, do Departamento Estadual de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), as casas localizadas na região central da capital paranaense eram usadas como ponto de exploração de jogos de azar. "As informações dão conta ainda que um grande número de pessoas vinha perdendo grandes quantidades de dinheiro, até mesmo recebendo ameaças para a cobrança dos valores devidos nesses estabelecimentos clandestinos", explicou o delegado. Máquinas foram encontradas em três endereços de Curitiba. PC-PR As pessoas que estavam nos endereços foram encaminhadas à delegacia para prestarem esclarecimentos. Até a última atualização desta reportagem, não há confirmação se alguma delas ficou detida. As máquinas foram desmontadas e levadas para a delegacia. Suspeita de comando realizado por quadrilha de São Paulo O trabalho de investigação da Polícia Civil que levou à descoberta dos locais começou há cerca de 40 dias, após denúncias. A polícia agora apura quem são as pessoas que comandam a rede de exploração de jogos de azar na cidade. Conforme o delegado Rodrigo Brown, as investigações apontam que uma quadrilha do estado de São Paulo está envolvida no crime. "Agora nós avançamos nas investigações para identificar os responsáveis por essa organização criminosa, que traz junto com o jogo de azar, a lavagem de dinheiro e outros crimes graves, como ameaças, extorsões e até mesmo homicídios e tráfico de drogas", disse o delegado. Leia também: Investigação: Zeladores devem vistoriar colégios do Paraná para verificar se há outras câmeras em banheiros, determina Secretaria de Educação Análise: Plano de Trump para usar energia de Itaipu em empresas de inteligência artificial pode reduzir fornecimento ao Brasil, dizem especialistas Em hospital: Esposa de paciente que teve reação ao receber transfusão de sangue diz que levou tapa no braço de funcionário de hospital ao pedir ajuda VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais em g1 Paraná.

23 de outubro de 2026 às 23:16
Vista aérea de Joinville, cidade mais populosa de Santa Catarina Prefeitura de Joinville O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) investiga a denúncia de que pessoas em situação de vulnerabilidade social foram transportadas irregularmente de São José dos Pinhais (PR), na região Metropolitana de Curitiba, para Joinville, cidade no Norte catarinense. Segundo a prefeitura de Joinville, as pessoas foram deixadas na cidade sem destino definido ou rede de acolhimento. Em nota, o município de São José dos Pinhais informou que apura o caso "a fim de esclarecer as circunstâncias em que a situação ocorreu" (leia íntegra no final da reportagem). ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Durante a apuração, o MPSC ouviu servidores públicos envolvidos e percebeu indícios de que situações semelhantes já tinham ocorrido antes. Também foi apurado que parte das pessoas transportadas veio ao município mediante promessas de oportunidades de trabalho em instituições que já são objeto de investigação por suspeitas de exploração irregular de mão de obra, circunstância que, em tese, poderá caracterizar infrações de natureza criminal, conforme o MP. O órgão também disse que as informações colhidas serão encaminhadas ao Ministério Público do Paraná para análise. Prefeitura de Joinville diz que identificou van de prefeitura do Paraná A Prefeitura de Joinville disse que, no início do mês, identificou uma van da Prefeitura de São José dos Pinhais suspeita de ser utilizada para o transporte de pessoas em situação de vulnerabilidade do município para a cidade catarinense. ➡️ Veja, a seguir, o cronograma do monitoramento realizado pela prefeitura catarinense. Primeira vez que a van foi vista A primeira vez que a van foi registrada em Joinville ocorreu em 1º de julho deste ano, após uma denúncia. Neste dia, foi constatado que o veículo circulou apenas na região da Rodoviária de Joinville. A partir de então, a van passou a ser monitorada pela equipe de inteligência da Secretaria de Segurança Pública do município catarinense. O trajeto foi mapeado por câmeras de monitoramento inteligente, que leem placas e notificam as forças de segurança em caso de irregularidades. Van circulou novamente em outubro No dia 6 de outubro, por volta das 14h30, guardas municipais que faziam rondas na rodoviária foram acionados por um fiscal. Ele relatou que uma van havia desembarcado cerca de sete pessoas que aparentavam estar em situação de rua. Como o fiscal indicou que a van estava estacionada próximo ao Centro POP, os guardas foram ao local e encontraram o motorista e uma assistente social. De acordo com o município de Joinville, os dois se identificaram como sendo servidores da Prefeitura de São José dos Pinhais. Por meio da consulta da placa, ficou comprovado que se tratava do mesmo veículo identificado em julho. Em rondas na rodoviária e nos arredores, não foi possível localizar as pessoas em situação de rua, o que indica que elas permaneceram pouco tempo no terminal. Contudo, os agentes apuraram que o grupo era composto por um brasileiro, um dominicano e cidadãos de nacionalidade venezuelana. Os servidores do Paraná alegaram aos guardas municipais que faziam o transporte porque o grupo havia conseguido emprego em Joinville, conforme a prefeitura catarinense. O destino final seria um endereço na Rua XV de Novembro. No entanto, segundo os servidores, um passageiro pediu para ir ao banheiro próximo da rodoviária e se recusou a voltar ao veículo, o que motivou o desembarque de todo o grupo. Encaminhamento ao MP e abordagem de família Na mesma tarde, a Guarda Municipal encaminhou o motorista e a assistente social para prestar esclarecimentos ao MPSC. No mesmo dia, por volta das 21h, foi feita a abordagem a uma família que estava com crianças. Diante da situação de vulnerabilidade, os adultos contaram que eram naturais da Venezuela e que haviam passado pelo Centro POP de São José dos Pinhais, onde receberam ajuda para chegar até Joinville. Eles informaram também que estava em Joinville desde 15h daquele dia, mas que o destino seria a cidade de Barra Velha, no Litoral Norte de Santa Catarina. O atendimento da Secretaria de Assistência foi recusado pelas pessoas abordadas. O que diz a Prefeitura de São José dos Pinhais Confira abaixo a nota da Prefeitura de São José dos Pinhais. A Prefeitura de São José dos Pinhais, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, informa que está apurando as informações relacionadas ao transporte de pessoas para o município de Joinville (SC), a fim de esclarecer as circunstâncias em que a situação ocorreu. O município esclarece que o encaminhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade social para outros municípios envolve avaliação técnica, análise das circunstâncias de cada caso e registro dos procedimentos realizados, considerando as necessidades dos envolvidos e as condições de acolhimento no destino. A administração pública municipal reforça que está acompanhando a situação, considerando os procedimentos que orientam esse tipo de atendimento. Ministério Público traça perfil das pessoas em situação de rua em SC VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

23 de outubro de 2026 às 22:52
Queda de galho deixa ferido na Praça Osório, em Curitiba A Praça Osório, no Centro de Curitiba, será interditada e a passagem de pedestres será bloqueada a partir desta sexta-feira (23). O anúncio foi feito pelo prefeito Eduardo Pimentel (PSD), após a queda de um galho deixar uma pessoa ferida. A vítima é um homem de 24 anos, que teve uma fratura no tornozelo e vai passar por uma cirurgia, de acordo com o hospital que o atendeu. Em menos de quatro meses, esta é a terceira vez que alguém fica ferido na praça pelo mesmo motivo. ✅ Siga o canal do g1 Paraná no WhatsApp ➡️Relembre: em junho, Ana Beatriz Cruz, de 22 anos, ficou paraplégica ao ser atingida por um galho enquanto visitava uma feira na praça. No último sábado (17), a queda de um grande galho deixou uma mulher de 45 anos ferida e um carro danificado. Depois disso, a prefeitura afirmou que não irá realizar mais feiras na praça até o fim do El Niño, por precaução. Pela terceira vez em quatro meses, queda de galho deixa ferido na Praça Osório, em Curitiba Lucilaine Pires Vieira Praça só deve ser reaberta após obras Nesta sexta-feira (23), a praça Osório foi sinalizada com cones e faixas. Na próxima semana, o local será isolado com tapumes. O prefeito afirmou que pedestres não poderão passar por dentro da praça até que a prefeitura conclua obras de revitalização. Segundo ele, as obras estavam previstas para fevereiro, mas a prefeitura pretende antecipá-las. Os trabalhos só devem ser concluídos no ano que vem. "Não muda nada no comércio em volta, não muda o transporte coletivo e não muda nenhuma ação do trânsito, do fluxo de veículos. Somente as pessoas que não vão poder mais passar por dentro da praça até a gente entregar ela totalmente revitalizada", disse o prefeito Eduardo Pimentel. O prefeito afirmou que as obras preveem "a revitalização completa da praça", com calçamento e novas áreas de lazer, como a quadra poliesportiva. O módulo da Guarda Municipal também deve ser demolido para a construção de um parquinho. "Estava previsto para começar em fevereiro, porque nós estamos trabalhando e terminando o projeto de execução da revitalização dessa praça e também o orçamento do projeto", afirmou Eduardo Pimentel em entrevista à RPC TV. A prefeitura estima que o custo da obra seja de R$ 7 milhões. Pimentel destacou que há previsão de chuvas para a capital no fim de semana e a preocupação com os efeitos do El Niño, que tem provocado chuvas mais intensas em todo o estado. Vídeos mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

23 de outubro de 2026 às 22:07
Guarda Municipal de Curitiba Pedro Ribas/SECOM Dos 399 municípios do Paraná, ao menos 247 não previram verba específica para segurança pública no orçamento de 2026. Outros 123 planejaram recursos para a área, segundo um relatório do Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR). Segundo o órgão, 29 municípios não apresentaram detalhes sobre o tema. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp ➡️🚨 No Brasil, a segurança pública não é uma atribuição exclusiva dos governos estaduais e do governo federal. As prefeituras também podem investir no setor e, inclusive, receber recursos da União para financiar ações na área. Porém, as cidades ficam impedidas de acessar verbas federais destinadas a investimentos no setor se não há essa previsão de recursos na Lei Orçamentária Anual (LOA). "Existem alternativas que dependem da articulação e da capacidade técnica dos municípios para acessar recursos que estão no Fundo Nacional de Segurança Pública. Elas dependem da elaboração de projetos, de ter governança...", explica Rafael Ayres, coordenador-geral de Fiscalização do TCE. Municípios do Paraná que preveem verba para segurança pública no orçamento de 2026 LEIA TAMBÉM: Análise: Plano de Trump para usar energia de Itaipu em empresas de inteligência artificial pode reduzir fornecimento ao Brasil, dizem especialistas Vídeo: Temporal arranca telhados de dois colégios no Paraná, suspende aulas e muda local de votação de 3,2 mil eleitores Câmera encontrada por aluna: Proibição de filmar banheiros de escolas foi assinada 4 horas após registro de denúncia Papel dos municípios para a segurança pública No Paraná, 40 cidades têm Guarda Municipal. A maioria está em cidades com mais de 100 mil habitantes, como Curitiba e Londrina. Porém, cidades menores também podem investir em um sistema próprio de segurança. Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, tem 31.888 habitantes. O município passou a contar com a vigilância de Guardas Municipais há cerca de um ano. São 12 agentes que passam a maior parte do tempo cuidando do patrimônio público e que participam de ações integradas com a polícia. Além da contratação de agentes, há outras formas de investir na segurança pública. No Paraná, 136 cidades usam câmeras de monitoramento em espaços públicos, por exemplo. Apesar disso, quase a metade dessas câmeras ainda não está integrada. Dessa forma, as informações captadas não chegam à Secretaria de Segurança Pública do estado. A integração é um dos principais desafios para as administrações públicas nesse tema, segundo o Tribunal de Contas. "O que o relatório trata como um desafio a ser vencido é questão de interoperabilidade entre os sistemas de segurança, para que o município e o estado não trabalhem como ilhas, para que informação seja compartilhada e o enfrentamento de determinada situação seja mais eficaz", detalha Ayres. Câmera de segurança em Londrina RPC VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.